Gastropoesia

no me ensucie las palabras
no les quite su sabor
y límpiese bien la boca
si dice revolución.

MARIO BENEDETTI

Escreva-se o esboço do poema.
Adube-se com recursos.
Bata-se contra o coração.
Deixe-se levedar o tempo de um suspiro.
Polvilhe-se com duas pingas poecrème.
Deixe-se repousar.
Deite-se sobre um leito de versos brancos.
Sirva-se morno e cremoso,
com retro gosto brûlé.
Saboreie-se.
Essência poética em estado puro.

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